sexta-feira, junho 04, 2004
Ligando os pontos
É curioso como com certas pessoas é possível manter um relacionamento pontuado. Não uma linha tracejada: constituído de momentos pontuais. Aparentemente descontínuo e mal-cuidado, mas isento da insegurança de que os intervalos derivem a uma pausa permanente.
São as pessoas que sempre voltam. Melhor ainda, que permanecem familiares quando voltamos nós ao seu encontro, consistentes e congruentes com o que sempre foram. É como a casa de campo, para onde você pode correr sempre que quiser e encontrar do jeito que deixou. E o tempo da distância não causasse dano ou estranheza que supere um pouco de pó que espana rapidamente, no primeiro abraço.
São os raros amigos de sempre.
E marcam a nossa história.
São as pessoas que sempre voltam. Melhor ainda, que permanecem familiares quando voltamos nós ao seu encontro, consistentes e congruentes com o que sempre foram. É como a casa de campo, para onde você pode correr sempre que quiser e encontrar do jeito que deixou. E o tempo da distância não causasse dano ou estranheza que supere um pouco de pó que espana rapidamente, no primeiro abraço.
São os raros amigos de sempre.
E marcam a nossa história.
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