quarta-feira, novembro 24, 2004
No momento
Eu ODEIO, ODEIO, ODEIO estar preparando a apresentação do seminário chaaaaaaaaato de cirurgia enquanto lá fora faz o dia mais bonito da semana.
Quarta-feira de merda!
Quero que o pós-operatório e suas complicações em cada CTI do planeta se explodam!!!
Quarta-feira de merda!
Quero que o pós-operatório e suas complicações em cada CTI do planeta se explodam!!!
terça-feira, novembro 16, 2004
En la radio: Como vai você
Como vai você?
Eu preciso saber da sua vida.
Peço a alguém pra me contar sobre o seu dia.
Anoiteceu e eu preciso só saber
Como vai você,
Que já modificou a minha vida,
Razão de minha paz já esquecida.
Nem sei se gosto mais de mim ou de você.
Vem que a sede de te amar me faz melhor.
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto lhe fazer feliz.
Vem, que o tempo pode afastar nós dois.
Não deixe tanta vida pra depois.
Eu só preciso saber como vai você.
Na voz de Daniela Mercury
É brega, mas é bom.
Eu preciso saber da sua vida.
Peço a alguém pra me contar sobre o seu dia.
Anoiteceu e eu preciso só saber
Como vai você,
Que já modificou a minha vida,
Razão de minha paz já esquecida.
Nem sei se gosto mais de mim ou de você.
Vem que a sede de te amar me faz melhor.
Eu quero amanhecer ao seu redor
Preciso tanto lhe fazer feliz.
Vem, que o tempo pode afastar nós dois.
Não deixe tanta vida pra depois.
Eu só preciso saber como vai você.
Na voz de Daniela Mercury
É brega, mas é bom.
domingo, novembro 14, 2004
Retratação
Cacete!
elendo o ost anterior, percebi que nunca tinha postado algo tão viajante. Sem nexo, um carrossel de idéias frouxas e perdidas.
- ahahahahahahah
Foi mal aê. Que vocês me perdoem, porque nem engraçado está.
Mas teve seu motivo.
elendo o ost anterior, percebi que nunca tinha postado algo tão viajante. Sem nexo, um carrossel de idéias frouxas e perdidas.
- ahahahahahahah
Foi mal aê. Que vocês me perdoem, porque nem engraçado está.
Mas teve seu motivo.
quinta-feira, novembro 11, 2004
Nossa crise humana
Crise humana, porque eu vejo emergir a larva da impressão de que não posso confiar. Eu, que confio tanto. Que preciso tanto confiar. Nego, mas nasce de mim, como se não fosse minha, não sendo bem-vinda, mas irrefreável. A primeira dúvida não pode existir. Se cruza a mirada em mínimo relançe, num lapso instantâneo, nada volta a ser o mesmo.
Impressão de que não posso confiar em intenções e sentidos. Estes, meus, aquelas, dos outros. Por que a leitura feita, tão plausível e evidente, deixa de ser certeza imediata? No primeiro lampejo de dúivida.
Por uma fresta, ela entra. E fica. E levanta suposições - "Será que não estou obnubilado? Que significa essa risada. E um comentário... Não sou eu o ótario da história? Claro que sou! Mas não vou mais ser feito de otário!"
E desafia, brinca com a certeza.
Corrosiva, a dúvida penetra e destrói. O que for, na solidez que tiver.Leva tempo, tem ajuda das intervenções de quem mais duvide. Mas cumpre seu fim. E deixa pela indignação - ira para os mais temperamentais - o rastro ácido da verdade escoriada. Sem ser real.
Ou será?
Impressão de que não posso confiar em intenções e sentidos. Estes, meus, aquelas, dos outros. Por que a leitura feita, tão plausível e evidente, deixa de ser certeza imediata? No primeiro lampejo de dúivida.
Por uma fresta, ela entra. E fica. E levanta suposições - "Será que não estou obnubilado? Que significa essa risada. E um comentário... Não sou eu o ótario da história? Claro que sou! Mas não vou mais ser feito de otário!"
E desafia, brinca com a certeza.
Corrosiva, a dúvida penetra e destrói. O que for, na solidez que tiver.Leva tempo, tem ajuda das intervenções de quem mais duvide. Mas cumpre seu fim. E deixa pela indignação - ira para os mais temperamentais - o rastro ácido da verdade escoriada. Sem ser real.
Ou será?